Crianças e adolescentes são mais vulneráveis às doenças transmitidas por mosquitos

Leia matéria de Paloma Oliveto para o  Correio Braziliense, publicada em 19 de março:

Há anos, a ciência avisava. Desequilíbrios ambientais provocados, principalmente, pelo avanço da atividade humana no habitat de animais selvagens poderiam desencadear uma crise sanitária. Ninguém escutou e, em 2020, o mundo parou devido a um vírus cuja origem provável foi um mercado de carnes de caça — a maioria, ilegal.

A pandemia matou mais de 4,4 milhões de pessoas no planeta. O contingente de vítimas letais entre crianças e adolescentes é estimado em 0,4% do total. Mais de 10 milhões ficaram órfãos e, no Brasil, nos primeiros 24 meses, em média morreram dois meninos e meninas com menos de 5 anos por dia, segundo um levantamento do Observa Infância, apoiado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

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“É uma calamidade no mundo inteiro”, define o médico epidemiologista Fernando Celso Fernandes de Barros, cujo trabalho enfatiza a saúde materno-infantil. “Além das doenças transmitidas por mosquitos, temos as diarreias provocadas tanto por bactérias quanto por vírus, que acompanham o aumento da temperatura”, recorda Barros, também membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC). 

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Leia a matéria na íntegra no site do Correio Braziliense.

 

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